Às vezes, a missão não é grandiosa.
Ela é simples, humana, cotidiana:
Ajudar alguém a atravessar um dia difícil.
Compartilhar o que aprendeu sobre paciência.
Ensinar o que sabe.
Cuidar de um animal abandonado.
Plantar algo, cuidar da terra, devolver um pouco ao mundo.
Cada gesto é uma oração silenciosa que diz:
“Eu ainda acredito na vida.”
E
quando você serve, o vazio dentro de si começa a se preencher de um
novo significado: o de saber que, mesmo machucada, você faz diferença.
Aprendi há alguns anos que uma das minhas linguagens do amor são os atos de serviço, ou seja, é ajudando a deixar a vida das pessoas melhor que encontro meu propósito de estar aqui, um motivo para ficar e ser útil, sabe?
Arrumar a cama ou a mesa do café de maneira especial, fazer uma surpresa inesperada para alguém, levar quem amo para um lugar somente para criar memórias, deixar o cotidiano das pessoas que amo mais confortável são alguns atos de serviço que me deixam mais feliz e em paz comigo mesma, deixando a vida dos outros mais leve e carinhosa.
Mas a linha sutil disso é lembrar que devemos fazer isso também por nós mesmas. Mas falaremos disso num outro texto. Até mais!

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